Política

Dorinha defende Transbananal para impulsionar a economia tocantinense e inovação para ampliar serviços públicos

Na sabatina da TV Jovem Record, candidata propôs integração dos transportes e uso da tecnologia para levar educação, saúde e atendimento público às regiões mais distantes

Dorinha defende Transbananal para impulsionar a economia tocantinense e inovação para ampliar serviços públicos
20 de outubro de 2026publicação
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A Professora Dorinha - União Brasil defendeu a Transbananal como uma obra estratégica para fortalecer a integração do Tocantins e ampliar as possibilidades de transporte e desenvolvimento econômico do estado. Durante sabatina na TV Jovem Record, nesta terça-feira, 19, a candidata ao Governo do Tocantins também apresentou propostas para usar a inovação e a tecnologia na melhoria dos serviços públicos, com expansão da conectividade para pequenos municípios e comunidades de difícil acesso.

A Transbananal é uma rodovia estratégica para o Estado

A candidata situou a ligação dentro de um planejamento mais amplo da logística estadual, envolvendo rodovias federais e estaduais, ferrovias e hidrovias. A proposta é conectar regiões, melhorar o transporte da produção e organizar os diferentes meios de transporte de forma integrada.

Dorinha ainda defendeu o diálogo com o governo federal para encaminhar o projeto e os licenciamentos necessários. Segundo ela, o planejamento também deve garantir a proteção ambiental e a escuta das comunidades indígenas da Ilha do Bananal.

Tudo será feito de maneira organizada, cuidando do meio ambiente
, declarou.

Inovação para aproximar o governo da população

Na área de inovação, Dorinha propôs integrar a infraestrutura de fibra óptica e as redes disponíveis no Tocantins para ampliar o uso da tecnologia na educação, na saúde e no atendimento ao cidadão. A candidata mencionou a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa e apontou a existência de recursos federais para investir na conectividade e na estrutura das escolas.

Para Dorinha, essa transformação exige uma internet com qualidade suficiente para funcionar nas salas de aula, permitir o uso pedagógico e garantir acesso efetivo aos serviços digitais.

Quando a gente só olha para as grandes cidades, nós estamos deixando uma grande faixa da população, aquela que mais sofre pela sua vulnerabilidade
, afirmou.

Como exemplo, citou a internet viabilizada durante seu mandato na comunidade quilombola Mumbuca e mencionou estruturas móveis que facilitam a instalação da conexão em localidades remotas. A candidata defendeu ampliar essas soluções para pequenos municípios, comunidades quilombolas e aldeias indígenas, permitindo que a população dessas regiões também tenha o governo na palma da mão.

Nós precisamos diminuir a desigualdade
, disse.

Assista a entrevista na íntegra a partir do minuto 44 https://www.youtube.com/live/IEBV_t5u3cI?is=xdN0X43VvizozHoE